O destino da Jimmy Dog começou a ser traçado quando dois garotos (Doug e Tico) tocaram juntos pela primeira vez alguns covers de bandas de rock, pop e punkrock. Os dois começaram a traçar objetivos que mais tarde iriam se tornar a Jimmy Dog. Criada em 2004, a banda se formou após alguns meses de convivência e ensaios entre os dois integrantes iniciais, quando começaram a sair as primeiras músicas próprias da banda, principal ponto de partida para a formação da Jimmy. Com a idéia se expandindo, entra na banda o guitarrista Branco, que assumindo os solos, complementa o que já estava sendo criado e traz novos horizontes no que diz respeito a influências e idéias contrastantes. Em 2005 a banda fica sem baterista, e, sentindo a necessidade de atrair um baterista de presença e que se encaixasse na proposta do grupo, decide ficar um tempo ensaiando sem para pensar com calma e tomar uma decisão positiva pro futuro. Nesse meio tempo decidem gravar seu primeiro Single independente, com a música Jimmy - pra isso entram em estúdio e convidam Vini Baschera pra gravar as baterias da música até então inédita. Depois de algumas conversas informais, Vini entra para o grupo, a banda fica definida e está pronta pra seguir em frente. O baixista Índia, que integrava a banda desde o início, decide procurar um rumo para sua carreira profissional. No seu lugar, Everton ?Black? traz para a banda suas influências da MPB, Soul, Funk e Música Instrumental para complementar ainda mais a Jimmy Dog. A partir daí, a Jimmy decide voltar ao estúdio para gravar seu primeiro disco com 14 faixas inéditas e uma re-interpretação da música Jimmy, considerada um hino pelos integrantes. O disco já está concluído e será lançado em 2009. Produzido e gravado inteiramente pela banda no JNTO Estúdio em Passo Fundo - RS, o disco passou pela mão dos produtores Vinicius Tonello e Leonardo Brunelli, que fizeram a parte de mixagem e masterização no estúdio Casa Elétrica em Porto Alegre - RS. Com vontade de crescer e muita energia pra mostrar a que veio, a Jimmy Dog espera então pela aceitação do público brasileiro e por um espaço no mercado fonográfico nacional.